sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Isaltina - avó paterna


Como posso deixar de pensar em vocês.


Vocês são o melhor que Deus permite a nós que estamos aqui deste lado. É tão bom podermos ir vê-los atirados em suas tarefas. Sempre com pressa e tantas a coisas a fazer.
E vocês as vezes se esquecem que podemos senti-los. A saudade é grande e é tão bom ver os que nos foram queridos. E ver aqueles que partem e chegam outra vez no seio da família.


E deverás gratificante saber que nossa imagem ainda passe por sua cabeça e ainda mais se é com carinho. Eu quisera ter sido mais calma e entender o que se passava. Mas era cega. É fico feliz que lembra de mim com o terço na mão. A santinha está com a Janete.


Eu : perdão vó, eu também não tinha os olhos da experiência e não curti tanto você como deveria.


Edna minha neta querida. Imagina. Você era criança e só não queria magoar sua mãe.


Eu: a senhora está bem? Sua filha está bem?


Edna eu estou bem sim, você reza por mim e manda boas vibrações. E a Ivete está bem sim, eu a vejo quando é permitido.


Edna você está feliz com as mensagens?


Eu : sim estou


Edna não precisa ter medo somos muitos para protegê-la e o nosso amor é muito grande.


Edna seu pai, meu filho precisa acordar conte para ele o que está acontecendo.


Eu : Hi vó não vai acreditar.


Edna fale para ele que é preciso acreditar. E ele que pare de ser teimoso e vê se toma juízo e pare de paquerar tanto e vê se pega alguém para terminar logo a casa. Dinheiro a gente não traz para cá.


Edna também te amo.


Isaltina Bento da Cunha Padilha


Eu :Bjus vó, te amo muito e me perdoe.


Edna não tem nada que perdoar.


Eu: te amo


Edna te amo muito mais.

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